A HISTÓRIA DO PLAYSTATION
A trilha de sucesso do PlayStation
A história do console da Sony é a própria história (muito conturbada) da afirmação do CD-ROM no entretenimento doméstico. No começo a desconfiança era grande, pouca gente tinha e os preços eram altos. Mas quem fez como a equipe do PlayStation e soube apostar direito nos disquinhos prateados, certamente se deu bem.
Por Paulo C. Barreto - 16/09/2002
Nintendo e suas enroladas parcerias
Em fins dos anos 80 os compact discs de áudio superam os discões de vinil no mercado mundial (no Brasil, nem tanto); novos computadores hiperturbinados deixam para trás os queridos oito-bits e põem a palavra "multimídia" na boca do povo; a indústria de videogames vive uma nova era de prosperidade com o Nintendo Entertainment System na liderança.
Imagine então o que as equipes de desenvolvimento de consoles seriam capazes de fazer com o recém-nascido CD-ROM e seus discos de cerca de 640 megabytes -- centenas de vezes mais que os cartuchos daquele tempo! De quebra, já que a memória dos cartuchos custava uma fábula, a distribuição em CD-ROM sairia bem mais em conta.
Pois a Nintendo preparava chumbo grosso contra o Mega Drive: estava nas pranchetas o 16-bits Super Nintendo (SNES), com um modelo básico (o que hoje todos nós conhecemos) fiel à tradição dos cartuchos. Para combater também o Mega CD, o drive de CD-ROM adicional do Mega Drive, a Nintendo correu para oferecer também um drive para seu novo console. E quem foi contratada para desenvolver esse periférico? A Sony...
Só que, pelo acordo das duas gigantes japonesas, a Sony se tornaria a única distribuidora da plataforma de disquinhos e teria direitos totais sobre o kit de desenvolvimento. Os executivos da Sony, de posse dessas vantagens, anunciaram seus planos de desenvolver seu próprio console, o Play Station (assim mesmo, com espaço), que aceitaria os cartuchos de Super Nintendo, os CDs de jogos da parceria com a Grande N e ainda os CDs de multimídia (filmes e livros interativos, entre outros) que eram um setor emergente para a Sony. A Nintendo sentiu cheiro de prejuízo, mas guardou sua carta na manga.
Aos 44 minutos do segundo tempo...
Na Consumer Electronics Show (CES) de junho de 1991, a Nintendo deixou que a Sony apresentasse o Play Station ao público e mostrasse o quanto poderia alavancar o novo console com seu império de mídia (Columbia Pictures, Sony Music). Mas no dia seguinte, a Nintendo surpreende a todos: anuncia o desenvolvimento de seu drive de CD em parceria com a Philips -- justamente a rival da Sony.
Esse anúncio pegou muitíssimo mal no Japão: uma regra não-escrita da indústria proíbe que uma empresa japonesa dispense um parceiro japonês em favor de um estrangeiro. E a Philips tem uma posição de vanguarda na tecnologia de compact disc e, naquele tempo, tinha seus próprios planos de CD interativo (o CD-I, que nunca fez muito sucesso).
Entre mortos e feridos, salvaram-se todos: Sony e Nintendo acharam melhor manter relações amigáveis, pois a Nintendo usava o chip de áudio da Sony no SNES e a Sony planejava incluir uma porta para os cartuchos de SNES no Play Station.
Em fins de 1992, as duas empresas chegaram a um novo acordo:os drives de CD-ROM da Sony e da Nintendo usariam discos mutuamente compatíveis, só que a Nintendo controlaria o licenciamento e receberia a parte do leão dos royalties.
Mas o Play Station jamais chegou às lojas. A Sony montou cerca de 200 unidades, mas logo se desinteressou pelo projeto: previu que os dias dos cartuchos estavam contados e que uma nova geração de consoles deixaria o SNES na poeira. E a própria Nintendo jamais viria a lançar seu drive de CD-ROM. Disquinhos prateados, só muito tempo depois, com os mini-DVDs do GameCube. Mas essa é outra história...
O X da questão
De olho numa carreira independente em videogames, a Sony retornou o Play Station aos projetistas para um "upgrade" substancial. Mas todos sabiam das dificuldades à frente: a empresa não tinha experiência relevante em videogames, os consoles concorrentes que usavam CD-ROM (o primeiro de todos foi o TurboGrafx-CD) não tinham ido muito longe, e a Sega se preparava para lançar o poderoso Saturn e dizer adeus aos cartuchos. A Sony não se abalou e foi em frente.
Em 1993 foi anunciado o lançamento do PlayStation-X (o X servia para diferenciar do finado console anterior), sem a porta de cartucho e sem as antigas pretensões "multimidiáticas" -- desta vez era uma máquina dedicada a jogos. E que jogos! O processador, um R3000 de 33 MHz, era mediano, mas vinha aditivado com uma GPU capaz de gráficos 3D de altíssimo desempenho -- algo pouco comum naquele tempo. Em relação ao projeto original, a memória RAM e a velocidade do drive de CD foram reduzidas para fins de corte de custos. O objetivo era garantir jogos tridimensionais a um preço que o usuário doméstico pudesse pagar.
Centenas de desenvolvedores passaram a trabalhar na produção de jogos para o PSX, por dois motivos: o desenvolvimento nessa plataforma era fácil e barato (o kit funcionava num PC comum), e a Sony sabia que eram os jogos de alta qualidade que garantiriam o interesse pelo console. Nomes tradicionais como Namco e Konami embarcaram rapidamente: Ridge Racer, a popular máquina de arcade da Namco, rodava em hardware PlayStation e serviu de vitrine da capacidade do novo console. A Psygnosis (do megaclássico Lemmings), comprada pela Sony e rebatizada Sony Interactive Entertainment, produziu alguns dos jogos que fariam a fama do PlayStation. E pelas mãos da Williams, a Sony conseguiu Mortal Kombat 3 antes da Sega.
Abrem-se as cortinas
Lançado em 3 de dezembro de 1994 no Japão, o PlayStation foi lançado poucos dias depois do Saturn e acabou saindo-se melhor no mercado. Lembre-se que os gráficos 3D só foram adicionados ao Saturn muito tarde na linha de desenvolvimento, e com desempenho pouco animador. Nada mau, quando sabemos que a Sega é que tinha longa experiência em videogames...
Em 1995 foi a vez da Sony apresentar o PlayStation na E3 (Electronic Entertainment Expo) e deixar os americanos de queixo caído. No mesmo ano o console foi lançado oficialmente nos Estados Unidos -- e, para conquistar o público de vez, a 100 dólares a menos que o Saturn.
Não foi pequena a revolução do PlayStation. Vejam as façanhas do console:
- Foi o primeiro sistema de videogames a popularizar os jogos em CD-ROM;
- Trazia joypads que deixaram os antecessores na poeira, tão bons que permanecem basicamente os mesmos no luxuoso PlayStation 2 (exceto pelo Dual Shock, que também surgiu como opcional na era PlayStation);
- Despertou um imenso mercado de acessórios, periféricos e adicionais. Link entre consoles, mouse, volante, drive de disquete, tapete para dança, pistola, multitap: tudo que você possa imaginar existe para PlayStation;
- Começou a mania do Memory Card, um pequeno cartão que permite gravar configurações do console e etapas de jogos para continuar mais tarde;
- Reuniu a maior biblioteca de jogos que um sistema de videogame poderia ter;
- Mandou Sega e Nintendo para o segundo grupo.
PSOne: uma nova vida
Apesar do alto poder de fogo do PlayStation, era previsível que a Sony estivesse projetando algo muito mais poderoso ainda. Mas enquanto o PlayStation 2 não saía dos planos (só seria anunciado em 1999) e os concorrentes prometiam mundos e fundos nos consoles que estavam por ser lançados, a Sony dava um novo sopro de vida ao consagrado PlayStation básico.
O PSOne, menorzinho e mais jeitoso, logo se tornou o queridinho da galera. É compatível com praticamente todos os jogos e periféricos do PlayStation tradicional, vem com um controle Dual Shock e ainda tem seus acessórios opcionais exclusivos -- como a tela de cristal líquido com alto-falantes, que é uma jóia para quem não agüenta mais disputar a televisão da sala com o resto da família.
Mais tarde o PlayStation 2 chegou às lojas (e chegou arrasando). Mas, para a felicidade geral, o PSOne continua firme como opção de baixo custo e alto desempenho para zilhões de videojogadores em todo o mundo.
Postado por :
21/06/2005
Fonte : UOL




JOYSTICK DE LATÃO
JOYSTICK STANDARD
JOYSTICK DE OURO
AÇÃO Jogos que envolvem algum tipo de ação para que os obstáculos sejam superados , seja enfrentar inimigos , empurrar caixas, subir, pular de penhascos, etc, etc.
TIRO São jogos que a ação está focada na mira , no alvo, shooters em primeira pessoas , jogos que para avançar seja preciso eliminar inimigos utilizado algum tipo de arma . Exs : Doom , Lethal Enforces, etc
LUTA São jogos que se popularizaram pelo foco na luta seja ela de rua ou a mano a mano ; exs ; Double Dragon, Street Fighter, Mortal Kombat, etc
ESTRATÉGIA Diferentemente de games de ação onde vc precisa apenas passar por obstaculos e inimigos pra passar de fase, esses jogos exigem que se encontre uma solução pra resolver determinado problema, de outra forma é impossível realizar as missões
QUEBRA CABEÇA São jogos clássicos como Tetris, Columns, onde o encaixe de peças em um certo limite de tempo são a tônica do jogo
PAREDÃO Jogos onde o objetivo é rebater uma bolinha sem deixa-la cair no chão ou abismo, rebate-a contra muros, tijolos, inimigos, dependendo do jogo. Ex: Arkanoid
ESPORTES Jogos que envolvam alguma modalidade esportiva, seja ela volei, futebol, basquete, olimpíadas, boxe, fórmula 1,boliche, etc
SIMULAÇÃO Jogos que simulam alguma situação da vida real, exs : jogos de corrida, Sim City, etc , etc
PRIMEIRA PESSOA jogos onde a perspectiva da ação é vista sem que se veja o personagem que o jogador controla , ex: Doom, Quake, etc,etc...
FICÇÃO Jogos inspirados em outras realidades paralelas como ets, invasão da terra, viagens no tempo, etc, etc
MONGOL Tipico jogo imbecil que não entretem; não leva ninguém a lugar nenhum , tem uma jogabilidade porca , um gráfico tosco, ou alguma coisa do gênero, finais retardados que uma criança de 3 anos faria melhor, ahhh qualquer imbecilidade do gênero
CHATO PRA CARALHO Contém os itens descritos na categoria acima e ainda é o tipo de jogo repetitivo, enjoativo e bossal que não serve nem como passatempo, tu vai jogar , e as horas acabam passando até mais devagar
PLATAFORMA Tipico jogo que se passa na base da decoreba, pulando plataformas, matando inimigos , coletando itens, e as fases sempre apresentam estruturas lineares , que tu ja sabe de cor quando for jogar a segunda vez : exs, Mario, Sonic
GREATEST HIT Jogos que fizeram fama ao redor do mundo todo, mas que acima disso, custavam horrores na época que foram lançados ou formavam filas de quarteirões para ir no fliperama , exs: Street Fighter , Sonic
ANIMAIS Jogos onde os protagonistas são animaizinhos meigos, ou tem uma proposta ecológica , ou algo do tipo : Exs, Sonic, Crash Bandicot, outros
FUMADO Tipo do jogo onde aparece cenas bizarras, ou do nada, vc morre ou é por que é uma merda completa, que quem fez só podia estar chapado, cheirando meia ou catando bosta no parque
RACIOCÍNIO São jogos que vc tem que pensar muito, passar por diálogos extensos, e geralmente necessitam que se entenda inglês, típicos rpg da vida ou jogos onde a ação tem que ser perfeitamente calculada antes. Exs : Tomb Raider
PORNÔ São jogos onde , geralmente tu tem que superar um obstáculo para que a sua recompensa seja uma mulher sem roupa pra rapaziada que não tem playboy, videocassete ou dvd em casa tocar uma no pc, ou no videogame. Outros tu tem que fazer putarias diversas e se excitar com tosquices poligonais, isso vem desde a época do Atari. Exs :Strip Poker, Gigolo, Pornoman, etc, etc
HERÓIS Típico jogo feito pra vender algum filme ou porcaria do gênero, onde controlas um super herói pra fazer alguma tosquice , exs : Super Man, Marvel x Capcom
CLÁSSICO Não é um joguinho qualquer, é um jogo que atingiu toda uma geração , ficou conhecido em todo mundo , mas acima de tudo prima pela qualidade, seja gráfica, artística , fun factor, ou na maioria das vezes todos esses elementos juntos ; exs, Pac Man, Street Fighter II
VIOLENTOS Não importa se o jogo é ação, aventura, luta, estratégia, tiro, primeira pessoa, ou qualquer outro gênero, o que chama a atenção nesses jogos é a violência explicita, onde sobram multilações, esquartejamentos, cabeças decepadas e sangue voando pra tudo que é lado exs : Doom, Mortal Kombat
CORRIDA Jogos de corrida de carros, motos, caminhões , karts e outros veículos , ou, jogos em que há o objetivo de atravessar países, auto-estradas,fronteiras, etc, etc , ex . Road Fighter, Out Run Cruis'n Usa, F-1, etc, etc
ARCADE Arcade não é tão somente o hardware para qual são fabricadas placas de jogos como é tbm , uma modalidade de jogos de ação onde o desafio é maior , há toda uma estrutura pra que tu perca toda suas fichas, e deixe os fabricantes de jogos com as contas bancárias mais gorda. Entram nessa sessão jogos dessa categoria e tbm suas respectivas conversões ou jogos de videogame que apresentam a mesma categoria desafio progressivo e crescente e tem que enfrentar uma multidão de filhos da puta pra alcançar o fim do jogo.
NAVE Esses são clássicos e já vem fazendo sucesso na história dos videogames há decadas. Geralmente apresentam um desafio crescente e tem em sua característica derrotar a tiros o maior número de inimigos, bases, helicópteros , aviões, navios e tudo que aparecer na sua frente
PAC MAN Jogos que sigam o estilo come-come, em que se interage numa determinada plataforma comendo coisas e fugindo dos inimigos, geralmente num labirinto
LABIRINTO Jogo onde a ação se passa num labirinto, tendo que descobrir o que fazer para sair de lá, ou fugindo de monstros, bruxas , as mais diversas situações
TABULEIRO E JOGOS DE MESA Essa categoria inclui jogos como xadrez, gamão, damas, ludo real e outros jogos que se joguem em tabuleiro e demais jogos de mesa, incluem-se nessa sessão tbm jogos de cartas, truco, 21, etc, etc...
JOGOS DE AZAR Compreende todo jogo que se tem algum risco, como jogos de cassino, poker, roleta, blackjack, caça níqueis entre outros, onde haja risco de perder dinheiro (ou ganhar!)
PIRATA Acho que essa categoria se auto-define né ? Mas vamos lá, são jogos que, ou são cópias não oficiais, mas que não mudam em nada a estrutura do jogo, ou são jogos alterados em cima dos games originais sem a autorização do fabricante, ou títulos alternativos, etc,etc
SINUCA Todo o jogo de bilhar, sinuca, que se jogue sobre uma mesa e tenha como metas encaçapar a bola

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